quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Curando a si mesmo

Gabriel Schilling


Cada dia mais pessoas buscam a cura em terapias de origem oriental. O que haveria em comum entre esses métodos alternativos?
Segundo a professora de Yoga Magda Moraes, da academia Ananda, em Copacabana, a principal diferença entre a medicina tradicional e práticas como o Yoga e o Tai chi chuan é o fato de que estas exigem que a própria pessoa atue na melhora da saúde. A maioria das pessoas procura o Yoga por causa de dor de coluna, e sabem que a cura é em longo prazo, e que dependerá delas.

“Engolir um comprimido é uma atitude passiva. Às vezes pode ser necessário, mas isso não é tudo que a pessoa pode fazer”.
O autoconhecimento é o principal objetivo dessas terapias. A partir do trabalho com a respiração, a pessoa procura equilibrar a mente. É preciso concentração e tranqüilidade ao mesmo tempo, e isso vai ajudando a controlar o emocional da cada um. Muitas doenças, conta Magda, são de origem espiritual. Nesse sentido, o Yoga e o Tai chi chuan vão direto na raiz do problema. “São meditações em movimento, e criam uma consciência do próprio corpo que é fundamental para que haja saúde”.
Muitos têm procurado essas práticas por causa de estresse e depressão. Em vez de adotar a atitude cômoda que é recorrer para a química rápida dos remédios, essas pessoas preferem enfrentar a doença no dia a dia, conhecê-la bem, e, com seus próprios esforços, dominá-la.

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